Abra o Olho

dez 9, 2008

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Lorito Brinca Na Mudança

dez 9, 2008

regina-dourado

Coordenadores do Bloco

dez 9, 2008

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Perigo! O plano editorial e a exclusão de classes

abr 9, 2008

 

Em julho de 1993 completei 12 anos, época que me tornei moça (menstruei), estudava no Colégio 2 de Julho junto a meninas das classes A e B, que possuíam os melhores objetos, roupas e sapatos, elas podiam consumir sem restrições. Venho de uma família pobre, meus pais são servidores públicos e sempre fizeram tudo com bastante sacrifício.

Na ocasião a revista Capricho era febre entre as meninas da escola, só que para mim, ela tinha um custo alto e era inacessível, o máximo que fazia era juntar algum dinheiro para comprar a querida, que inclusive eu lia com mais freqüência.

Isto foi por algum tempo uma frustração e um grande constrangimento, porque aquela era a idade da coerência com a galera, dos mesmos gostos e de achar bacana ser parecido com a turma, afinal de contas a minha geração fazia agendas, recortava e colava fotos tiradas da revista nas paredes.

Daí penso, que o plano editorial de uma revista, com este tipo público-alvo, funciona como um certificado que habilita o adolescente a estar ou não inserido naquele contexto social. Na realidade seria interessante repensar o papel social desse tipo de veículo de comunicação, porque ao que parece esta preocupação com o leitor, é uma forma de socialização, porém, dirigida para o consumo.

A historicidade do país e mesmo as articulações sociais, econômicas e culturais podem fundamentar a exclusão absoluta do jovem, que  abandona o registro formal e a norma- padrão,  estimulado por um veículo que reforça e ensina a falar gírias. Este seria então um processo de alienação e aculturação – mas para quê? Se já vivemos em um país de analfabetos e analfabetos funcionais – por que tanta raiva, ah! Não poderia esquecer os anúncios publicitários, estes rendem muitas cifras.

O mais preocupante, é que o  adolescente  brasileiro, em sua maioria esmagadora, não tem o perfil do leitor da Revista Capricho.

A sorte é que a revista é voltada para jovens entre 12 e 16 anos e a fase adulta torna possível analisar de forma critica as informações que se recebe às vezes para isso se torna necessário fazer uma introspecção, tornando mais difícil ser influenciado pelas tendências.

 

 

 

 

 

 

 

Aula-Labaratório Encanta Calouros de Jornalismo

abr 9, 2008

Para provar que educação não faz apenas dentro dos limites da sala de aula,a docente,Ana Carolina Castellucio,da Faculdade 2 de Julho,levou os seus alunos para ás istalações do Jornal A Tarde,para conheceram de perto o funcionamento de um dos maiores jornais do norte e nordeste,e se familiriarizar com a rotina profissional.Cerca de 20 alunos tiveram a oportunidade de entrar em contato direto com os agentes de notícia daquele veículo e todo aparato tecnólogico que os auxilia.

Os estudantes ficaram encantados com o que viram.Admiraram-se com ” a máquina de fazer jornal” e sua velocidade de impressão.O maquinário antigo,conservado como memória do que usava no passado,também agradou aos olhos ávidos de saber dos visitantes.Mas,ficaram bem mais impressionados com os profissionais que os receberam por lá,especialmente com a jornalista Iloma Sales,que foi os quem os conduzio pelos vários setores do jornal: sala de redação,editoração,diagramação,impressão e empacotamento.Visitaram,também,as istalações do A Tarde.

A experiência vivenciada foi relatada,por escrito,por cada um dos estudantes que foram ao jornal.Uma matéria sobre a Redação visitada evidencia a forma diferenciada de viabilização do processo ensino-aprendizado que também é uma das preocupações de quem ministra a disciplina Introdução ao Jornalismo.E já existe um cronograma de atividades extra-classe,com o objetivo de proporcionar o conhecimento da rotina da profissão dos alunos.Desta vez, os estudantes irão visitar veículos de comunicação,para ver processo de produção jornalística.   

Irreverência para Falar de Coisa Séria

mar 9, 2008

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Bloco Genuinamente Popular

mar 9, 2008

A história do bloco remonta ao período final da 2ª Guerra Mundial, quando músicos da Polícia Militar, entre eles os irmãos Zequinha e Candinho, e os saudosos Jaime Maromba e Waldomiro, fundaram o bloco chamado Arranca-tocos, uma alusão ao barro e tocos facilmente encontrados em algumas ruas no bairro do Garcia. 

Em 1950, a entidade passou a se chamar Faxina do Garcia, pois a multidão que desfilava pelas ruas do bairro, com porrões, latas, baldes d’água, vassouras e panos, levantava bastante poeira. Após a passagem da turma da alegria, os passeios das casas eram lavados por todos os participantes. Em 1959, passou a se denominar Mudança do Garcia, mesmo mudando de nome, continou a desfilar apenas na segunda- feira de carnaval, no circuito Osmar (Campo Grande).

O Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (NEIM/UFBA), produziu um vídeo documentário, que mostrou a participação deste organismo na Mudança do Garcia, durante o carnaval de 2007. E com apenas 5 minutos, o vídeo traz  a história do bloco, os objetivos e a diversidade do folião.

O Bloco

mar 9, 2008

A Mudança é uma agremiação carnavalesca  sem cordas, com pequena coordenação da associação dos moradores, aberto a outros blocos e grupos formais e informais e aos mais diversos tipos de foliões.

Misturando folia com arrelia social e política. Na Mudança cabe de tudo, mini-trios elétricos, carroças, cavalos, bandas de sopros, de percussão, mulheres, homens, idosos, crianças, famílias, solteiros, ‘pegadores’, cornos, gente fantasiada, sem fantasia, de todas as classes sociais, travestis, militantes, sindicatos e políticos.

Olá mundo!

mar 9, 2008

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